15
Jan
10

Capítulo I I – turma D

Para além do milagre que viria a ocorrer na família real portuguesa, outros aconteceram, envolvendo a ordem de S. Francisco. Alguns desses milagres são-nos descritos no segundo capítulo.
Neste, trata-se da personagem Frei Miguel da Anunciação, provincial franciscano, e dos milagres consigo relacionados, nomeadamente a lenta degradação do seu corpo, após a sua morte, e a cura dos mancos e cegos que lhe prestaram uma última homenagem. Em acréscimo, são também abordados saques a igrejas franciscanas. Em Guimarães, na tentativa de roubar os pertences de uma igreja, o ladrão caiu de uma escada, possivelmente por se ter assustado com a imagem de Santo António que se encontrava junto à janela por onde pretendia entrar. Apenas se ergueu quando, no dia seguinte, foi transportado pelos moradores até junto da imagem do dito santo. Passado algum tempo, em Lisboa, as lâmpadas do altar-mor do Convento de S. Francisco de Xabregas foram saqueadas. Na tentativa de encontrar o ladrão, os padres franciscanos procederam a uma busca, quer no interior, quer no exterior do convento, que acabou por não ter qualquer êxito. Foi durante essa procura que um dos padres se apercebeu de que, apesar do altar de Santo António ficar no caminho percorrido pelo ladrão até ao altar-mor, este não tinha sido saqueado. O padre encarou assim a atitude do santo como “egoísta”, tendo, para “castigá-lo”, retirado o adornos que se encontravam no altar.
No dia seguinte ao roubo, um estudante, que já há muito pretendia integrar a ordem, dirigiu-se ao convento para informar que as lâmpadas tinham sido entregues no Mosteiro da Cotovia. De facto, tal que ocorrera, como acabou por verificar um padre que se dirigiu ao local com o estudante. Nunca se soube se o ladrão teria sido o estudante que, pretendendo cair nas boas graças dos franciscanos, roubara as lâmpadas para logo depois as devolver, ou se o ladrão teria sido efectivamente outro, e Santo António, numa tentativa de que lhe fosse concedido o perdão, teria feito reaparecer milagrosamente as lâmpadas.
No fim do capítulo, sabe-se que a ordem franciscana vê, após tanto tempo de espera, realizado o desejo de construir um convento em Mafra, e, finalmente, que os franciscanos sabem primeiro da gravidez da rainha do que o próprio rei.
Ana Rita Caldeira da Rocha ,12º D


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