18
Jan
10

Capítulo VI – turma C

A falta de pão em Lisboa era tal que se passava fome. Assim, os estrangeiros encomendavam cereais dos seus e de outros países e vendiam-nos aos portugueses a um preço bastante elevado, conseguindo grandes lucros.
Os exércitos portugueses estavam a mobilizar-se porque era esperada, na capital portuguesa, uma frota francesa que a viesse invadir. No entanto, quando esta chegou ao cais, concluiu-se que era uma remessa de bacalhau, que era bem necessária.
Seguidamente, Baltasar Sete-Sóis e João Elvas encontravam-se a passear em pleno Terreiro do Paço quando avistaram o padre Bartolomeu Lourenço, que foi denominado “Voador” por parte de João Elvas, que desconhecia o facto de Baltasar e o padre se conhecerem. O padre chamou Baltasar à parte, dizendo-lhe que iria recorrer ao rei, D. João V, para conseguir apressar o seu pedido da pensão de guerra.
De seguida, Baltasar interrogou o padre sobre o porquê do nome “Voador”, não obtendo resposta imediata. Foram andando para longe do local onde se situavam e, nesse momento, o padre respondeu-lhe, dizendo que já tinha voado, com grande dúvida por parte do seu ouvinte. Acrescentou que por três situações conseguira fazer com que um balão voasse. Baltasar disse que os balões voarem não era o mesmo que o Homem voar. Em resposta, o padre afirmou que o passo seguinte da evolução do Homem seria voar. Voltaram para a beira do rio, continuando a sua conversa. Desta vez, o padre contou como era menosprezado pela corte, devido ao seu invento, a sua máquina para voar, sendo, no entanto, protegido pelo próprio rei.
Ainda conversando, o padre explica como conheceu a mãe de Blimunda, Baltasar interroga-o sobre o pormenor de Blimunda comer pão de olhos fechados de manhã, considerando-o um grande mistério. Seguindo o mesmo rumo de conversa, o padre Bartolomeu afirma que Baltasar e Blimunda estão a pecar, porque dormem juntos sem estarem casados.
Logo de seguida, põem-se a caminho da quinta em S. Sebastião onde o padre está a construir a sua máquina voadora. Mal lá chegaram, dirigiram-se a um celeiro onde estava uma máquina, que, segundo Baltasar, nada se parecia com algo voador. Mas o padre retira da sua arca o desenho de como a máquina ficará, elucidando-o.
Momentos depois, o padre pede-lhe que o ajude na construção do seu invento, o que o deixa receoso, devido ao facto de ser um homem do campo e maneta. Indiferente a esse pormenor, o padre elogia o defeito físico de Baltasar, o que o faz mudar de ideias, aceitando a proposta.
Diogo Teixeira, 12º C


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