20
Jan
10

CapítuloV

Neste capítulo, a rainha Maria Ana já se encontrava com 5 meses de gravidez, mas nem isso a alegrou, pois a tragédia que se abateu sobre ela deixou-a muito triste e fraca. Deu-se a morte trágica do seu irmão, Imperador José da Áustria, com apenas 32 anos, vítima de bexigas; as sangrias que lhe tinham sido feitas e as más disposições matinais contribuiram para o agravamento estado de saúde da rainha.

D. João V, por seu lado, também não estava bem de saúde – pensou que iria morrer, mas não passou de uma doença sem importância.

No palácio, reinava a tristeza, contrariamente à alegria exagerada vivida nas ruas e ruelas da cidade de Lisboa, devido à aproximação do auto-de-fé.

O auto-de-fé tinha como objectivo aplicar as penas aos prisioneiros: conforme as condenações, traziam trajes diferentes conforme as diferentes sentenças, nomeadamente fogueiras, forcas exílios. Nessa cerimónia, a multidão fazia rituais e dançava à volta das fogueiras, enquanto que muitos outros eram mortos.

O autor foca, no auto-da-fé, a situação de uma rapariga com 19 anos, chamada Belimunda, que ficou sem a mãe, pois esta foi enviada para Angola. Durante esta cerimónia, Baltazar e Blimunda trocam umas palavras. No final da cerimónia, ele segue-a até casa, acabando por jantar e dormir com ela.

Francisco Pinheiro, 12ºA


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