01
Fev
10

capítulo V, Memorial do Convento

A rainha D. Maria Ana não comparece ao auto-de fé, pois está de luto pelo seu irmão, imperador da Áustria, e por estar no quinto mês de gravidez, e ainda sofrer enjoos matinais e ter tido uma hemorragia.

Os portugueses juntam-se no Rossio para ver justiçar  judeus e cristãos-novos,  hereges e feiticeiros.

As mulheres ficavam à janela e só estavam preocupadas com a sua toilette e observavam o seu pretendente (confirmado ou suspirante) enquanto este se passeava de lenço na mão.

Entre este mar de gente, estava a mãe de Blimunda, Sebastiana Maria de Jesus. Esta tinha visões e revelações e ouvia vozes do céu e, por isso, foi condenada a ser açoitada em público e ao exílio para Angola durante oito anos.

Sebastiana procura a sua filha no meio da multidão, vê-a acompanhada por um homem e comunica com ela por telepatia, O poder desta comunicação encontra-se no olhar.

Sebastiana sente que pode existir alguma coisa entre Blimunda e o homem alto que estava perto desta. Blimunda pergunta-lhe o nome, é Baltasar Mateus (Sete-Sóis).

Sebastiana parte para Angola, as mulheres são queimadas na fogueira e el-rei retira-se.

O auto-de-fé termina.

Blimunda, que estava com o Padre Bartolomeu Lourenço, vai para casa com este e com Baltasar, que os segue silenciosamente.

Baltasar sente que Blimunda é a mulher da sua vida, que foram predestinados a ficar juntos.

Blimunda serve duas tigelas com sopa aos seus convidados e dá-se o casamento simbólico entre Blimunda e Sete-Sóis. Esta aproveita a colher que Baltasar usara para comer a sopa e come a dela com essa mesma colher.

O Padre sai e ficam sozinhos. Blimunda declara que lhe perguntou o nome no auto-de-fé porque a sua mãe quisera sabê-lo e pretendia que ela também o soubesse. Baltasar fica lá em casa e os dois deitam-se juntos.  Blimunda perde a virgindade e, com o sangue da virgindade, desenha uma cruz no peito de Baltasar.

Na manhã seguinte, Baltasar encontra Blimunda, de olhos fechados , a comer um pedaço de pão; esta jura que nunca o iria “olhar por dentro”.

Carolina Quintino, 12D


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